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Governo 06-03-2026
AGENDA DIPLOMÁTICA EM CAMBERRA

REPÚBLICA DO GHANA, CELEBRA NA AUSTRÁLIA, COM EXPOSIÇÃO SOBRE S.E PRESIDENTE KWAME NKRUMAH, OS 69 ANOS DA SUA INDEPENDÊNCIA

Na tarde desta Sexta-feira, à convite de Sua Excelência, Ms. Doris Adzo Denyo Brese, Alta Comissária (Embaixadora) da República do Ghana, na Comunidade da Austrália, o Chefe desta Missão Diplomática, Embaixador António Luvualu de Carvalho, deslocou-se ao Alto Comissariado do Ghana em Camberra, onde participou das Celebrações na Austrália, dos 69 anos de Independência da República do Ghana.

Nesta Recepção Diplomática, a anfitriã, esteve acompanhada pela Chefe Adjunta de Missão, Minister, Ms. Golda Sam- Hinton (ambas com o Chefe desta Missão Diplomática, no retrato oficial), e de Diplomatas e Funcionários do Alto Comissariado do Ghana em Camberra.

Participaram da Recepção, Membros do Corpo Diplomático acreditado na Comunidade da Austrália, Representantes do Ministério dos Negócios Estrangeiros, Académicos, Representantes do Sector Empresarial, Membros da Sociedade Civil, e Membros da Comunidade ghanense, Residente na Austrália, que deslocaram-se de várias localidades e Estados, para estar presentes, neste momento festivo.

O Alto Comissariado do Ghana na Comunidade da Austrália, aproveitou esta oportunidade, para exibir uma Exposição, denominada "The Spirit of Independence", que marca os 69 anos da Proclamação da Independência Nacional da República do Ghana, em 1957, mostrando os arquivos fotográficos de Willis E. Bell, que "retratam a atmosfera, o optimismo e a imaginação política, que definiram o imediato e o pos- Independência", lê-se na apresentação genérica, que pode ser acompanhada, nas imagens em anexo.

EMBAIXADA DA REPÚBLICA DE ANGOLA NA COMUNIDADE DA AUSTRÁLIA, em Camberra, aos 6 de Março de 2026.

Fonte: EMBAIXADA DA REPÚBLICA DE ANGOLA NA COMUNIDADE DA AUSTRÁLIA
Governo 05-03-2026
Angola conquista dois prémios de turismo na Alemanha

**Angola conquistou, na quarta-feira, dois prémios de turismo, atribuídos pela Pacific Area Travel Writers Association (PATWA), na conferência ITB Berlin 2026, na Alemanha.
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Segundo uma nota enviada ao JA Online, uma das distinções foi conseguida na categoria “Destination of the Year – Diverse Landscapes”, que destaca a riqueza da diversidade das paisagens naturais do país, desde o litoral atlântico às quedas de água, desertos, montanhas aos parques nacionais.

Por sua vez, o outro galardão foi para o ministro do Turismo, Márcio Daniel, cujo papel na revitalização, reposicionamento e afirmação de Angola no plano global mereceu a honra de “Tourism Minister of the Year”.

Os troféus foram recebidos pela directora-geral do INFOTUR, Allícia Santos, que esteve, na cerimónia da ITB Berlin 2026, que decorre, na capital alemã, desde terça-feira até hoje.

Estas distinções juntam-se ao prémio de melhor vídeo promocional, atribuído no vigésimo sexto International Tourism Film and Multimedia Competition – The Golden Citygate, onde o vídeo “Visit Angola – Brand/Image Movie foi reconhecido com a “Golden Star”.

Os três prémios foram posteriormente apresentados ao titular da pasta, na stand de Angola na ITB, onde o país participa como anfitrião desta edição da feira, consolidando o estatuto de destino turístico emergente no panorama internacional, refere o documento.

Fonte: Jornal de Angola
Governo 05-03-2026
João Lourenço pede medidas mais enérgicas aos crimes contra menores

O Presidente da República apelou às entidades ligadas à Administração da Justiça no país para a necessidade de respostas mais enérgicas aos crimes contra menores.

João Lourenço lançou o apelo através do seu discurso de abertura do Ano Judicial 2026, cuja cerimónia solene decorreu, terça-feira, no Pavilhão Protocolar da Presidência da República, em Luanda.

"Devemos trabalhar juntos e combater, de modo mais enérgico, os crimes contra menores", defendeu o Mais Alto Magistrado da Nação.

Esta acção, prosseguiu o Presidente da República, deve contemplar o reforço dos mecanismos de tutela dos direitos das crianças contra todo o tipo de abuso e exploração. A temática mereceu, também, de forma coincidente, destaque nas comunicações do bastonário da Ordem dos Advogados de Angola (OAA), José Luís Domingos, e do presidente do Tribunal Supremo, Norberto Sodré João, que pediram, igualmente, atenção redobrada ao fenómeno.

O Chefe de Estado defendeu, na mesma ocasião, a necessidade da prevenção e combate aos actos de vandalismo de bens e serviços públicos e a protecção do Estado e dos cidadãos contra os crimes informáticos e não só.

"Em relação ao combate ao cibercrime, não podemos deixar de reconhecer que a Justiça enfrenta, hoje, um dos mais complexos desafios da actualidade, a criminalidade no ciberespaço", realçou.

João Lourenço disse que relatórios recentes de organizações internacionais apontam que o cibercrime está a acelerar no continente africano, ameaçando sistemas financeiros, infra-estruturas críticas, instituições públicas e a confiança dos cidadãos na economia digital.

De igual modo, acrescentou, surgem alertas para a crescente utilização de inteligência artificial por grupos "criminosos", quer na criação de campanhas de fraude mais convincentes, quer na manipulação de imagens e conteúdos digitais.

"Trata-se de uma criminalidade que não conhece fronteiras e que exige respostas, igualmente, transnacionais, coordenadas e tecnicamente qualificadas", aclarou.

Face ao quadro apresentado, o Presidente da República fez saber que órgãos da Procuradoria-Geral da República, do Serviço de Investigação Criminal e outros afins assumiram, em 2025, a coordenação nacional de investigações complexas, envolvendo acções criminosas como mineração de criptomoedas, ataques a sistemas informáticos de bancos e instituições públicas, esquemas de desvio de comunicações electrónicas, exploração ilícita de jogos virtuais, entre outros.

Desses processos relacionados com fenómenos de cibercrime, prosseguiu o Chefe de Estado, foram apreendidos bens móveis e imóveis e valores monetários avaliados em cerca de 20 milhões de dólares norte-americanos.

Apesar deste resultado, o Presidente da República disse ser necessário continuar-se com o trabalho voltado para a modernização legislativa, tecnológica e formativa, tendo em conta a sofisticação das organizações criminosas, que fazem recurso a ferramentas inovadoras, através de Inteligência Artificial. No quadro das acções levadas a cabo pelo país, para fazer face a essas ameaças, João Lourenço deu a conhecer a adesão à Convenção das Nações Unidas contra o Cibercrime, que deve prosseguir com as fases subsequentes até ao envio dos instrumentos de ratificação às Nações Unidas.

No plano interno, o Presidente da República falou do envio, à Assembleia Nacional, para aprovação, da proposta de Lei da Cibersegurança e de outra sobre a publicação de notícias falsas na internet, como forma de proteger os direitos dos cidadãos e das instituições públicas e privadas.

Crimes económico-financeiros são corrosivos às instituições
O Presidente João Lourenço aproveitou a ocasião para chamar, igualmente, atenção à necessidade do combate aos crimes económico-financeiros, por constituírem elementos corrosivos às instituições e distorcerem a concorrência económica.
"Por isso, o combate a este mal constitui prioridade estratégica do Estado angolano", afirmou.

Essas práticas criminais, salientou o Chefe de Estado, têm demandado uma actuação incisiva do Executivo e da Procuradoria-Geral da República, os quais têm a responsabilidade partilhada de implementar a Estratégia Nacional de Prevenção e Combate à Corrupção.

Sobre esta matéria, João Lourenço encorajou a Procuradoria-Geral da República a reforçar a cooperação com as congéneres, para efeitos de recuperação de activos, a exemplo da celebração do Acordo de Partilha de Bens com a Namíbia e o repatriamento efectivo de parte dos activos a partir de Portugal, revertidos a favor do Estado angolano.

O Presidente da República referiu que estes factos representam resultados concretos do esforço institucional persistente e articulado, numa altura em que permanecem situações pendentes em diversos países. Por esta razão, exortou para a contínua a intensificação de acções de cooperação com as Bermudas, Singapura e a Suíça, que domiciliam, de modo global, perto de dois mil milhões de dólares norte-americanos, que já foram objecto de decisão por parte da Justiça angolana, de perda a favor do Estado angolano.

"Precisamos desses recursos para colocá-los ao serviço do nosso povo, construir escolas, hospitais, estradas e outras infra-estruturas necessárias para o desenvolvimento do país", destacou.

Fonte: Jornal de Angola

australia.mirex.gov.ao Embaixador da República de Angola na Austrália

António Luvualu de Carvalho



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